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Governança Clínica e Governança Corporativa: quando deixam de ser setores e passam a ser cultura
Durante muito tempo, as organizações de saúde trataram governança clínica e governança corporativa como estruturas separadas, quase como “caixinhas organizacionais” com responsabilidades distintas. De um lado, a governança clínica, associada à assistência, à segurança do paciente e à qualidade do cuidado. De outro, a governança corporativa, ligada à estratégia, finanças, compliance e sustentabilidade institucional. Mas essa divisão, embora didática, é insuficiente para organi
Cátia Albuquerque
18 de mar.4 min de leitura


Transformar cultura é gerar valor, mesmo em meio aos desafios - Transformação Cultural nas Santas Casas e Hospitais Filantrópicos
As Santas Casas e os Hospitais Filantrópicos carregam uma missão que vai muito além da assistência, são o pulso vivo do Sistema Único de Saúde em centenas de cidades brasileiras. São instituições que cuidam, acolhem e mantêm o acesso ao cuidado, muitas vezes com recursos limitados, estruturas antigas e equipes que fazem o impossível com o que têm de recursos. São o coração silencioso do sistema de saúde brasileiro. Sustentam atendimentos essenciais, formam profissionais, aco
Cátia Albuquerque
24 de out. de 20252 min de leitura


Humanizar é devolver sentido ao cuidado - Cuidado Humanizado e Comunicação Efetiva
Na saúde, tecnologia e técnica são i ndispensáveis, mas é o olhar humano que dá significado a tudo o que fazemos. Cuidar de pessoas exige compreender que cada paciente traz consigo uma história, uma vulnerabilidade e uma expectativa que vão muito além do diagnóstico. O cuidado humanizado não é apenas um gesto de gentileza, é um compromisso ético. Ele nasce da escuta atenta, do toque respeitoso, da paciência em explicar e do desejo genuíno de aliviar não só a dor física, mas t
Cátia Albuquerque
24 de out. de 20252 min de leitura


Riscos não avisam, mas dão sinais -Gestão de Riscos em Instituições de Saúde
Em uma instituição de saúde, cada decisão pode ser um ponto de segurança ou uma brecha para o risco. O que diferencia um ambiente previsível de um ambiente vulnerável é a maturidade em reconhecer e agir antes que o problema aconteça. A Gestão de Riscos não é apenas uma exigência normativa, é uma forma de pensar o cuidado. Significa observar processos com atenção sistêmica, identificar falhas potenciais e transformá-las em oportunidades de fortalecimento organizacional. Muitos
Cátia Albuquerque
24 de out. de 20252 min de leitura
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