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Oftalmologia clínica e hospitalar: cuidar da visão é cuidar da autonomia, da segurança e da vida
A visão ocupa um lugar singular na relação das pessoas com o mundo. Ela participa da autonomia, da mobilidade, do trabalho, do aprendizado, das relações sociais e da capacidade de realizar atividades simples do cotidiano. Por isso, quando falamos em assistência oftalmológica, não estamos falando apenas de enxergar melhor. Estamos falando de preservar funcionalidade, independência, qualidade de vida e, muitas vezes, evitar perdas irreversíveis que poderiam ter sido prevenidas

Cátia Albuquerque
31 de ago.8 min de leitura


Engenharia Clínica: o cuidado também depende de vocês
Em um hospital, grande parte do cuidado acontece com a participação direta ou indireta de uma tecnologia. Um monitor acompanha sinais vitais, uma bomba de infusão administra medicamentos com precisão, um ventilador mecânico sustenta uma função vital. equipamentos de imagem apoiam decisões diagnósticas, desfibriladores precisam estar disponíveis quando segundos fazem diferença, mesas cirúrgicas, bisturis elétricos, equipamentos de anestesia, incubadoras, monitores, equipamento

Cátia Albuquerque
31 de ago.7 min de leitura


Experiência do paciente e cuidado centrado na pessoa a partir de um Plano Terapêutico.
Da assistência que entregamos à experiência que o paciente realmente vive. Podemos entregar uma assistência tecnicamente correta e, ainda assim, proporcionar uma experiência ruim. Afinal, o que é experiência do paciente? Duas pessoas podem receber exatamente o mesmo cuidado e viver experiências completamente diferentes? Sim. Porque experiência não é apenas o que foi feito. É também como o cuidado foi vivido. O paciente vive uma jornada. Não um organograma. Para a instituição

Cátia Albuquerque
29 de ago.8 min de leitura


Desospitalização segura e continuidade do cuidado
Da admissão à alta: preparar a saída também é cuidar. Quando começa a alta de um paciente? Quando o médico comunica a alta? Na visita multiprofissional? Quando a família é avisada? Quando o paciente deixa o leito? Ou desde a admissão? A alta segura começa na admissão. Alta não é sinônimo de desospitalização. Alta hospitalar: decisão de que a permanência hospitalar não é mais necessária. Desospitalização segura: processo organizado para que o paciente deixe o hospital com cond

Cátia Albuquerque
27 de ago.7 min de leitura


Governança Clínica e Governança Corporativa: quando deixam de ser setores e passam a ser cultura
Durante muito tempo, as organizações de saúde trataram governança clínica e governança corporativa como estruturas separadas, quase como “caixinhas organizacionais” com responsabilidades distintas. De um lado, a governança clínica, associada à assistência, à segurança do paciente e à qualidade do cuidado. De outro, a governança corporativa, ligada à estratégia, finanças, compliance e sustentabilidade institucional. Mas essa divisão, embora didática, é insuficiente para organi

Cátia Albuquerque
18 de mar.7 min de leitura


Transformar cultura é gerar valor, mesmo em meio aos desafios - Transformação Cultural nas Santas Casas e Hospitais Filantrópicos
As Santas Casas e os Hospitais Filantrópicos carregam uma missão que vai muito além da assistência, são o pulso vivo do Sistema Único de Saúde em centenas de cidades brasileiras. São instituições que cuidam, acolhem e mantêm o acesso ao cuidado, muitas vezes com recursos limitados, estruturas antigas e equipes que fazem o impossível com o que têm de recursos. São o coração silencioso do sistema de saúde brasileiro. Sustentam atendimentos essenciais, formam profissionais, aco

Cátia Albuquerque
24 de out. de 20252 min de leitura


Humanizar é devolver sentido ao cuidado - Cuidado Humanizado e Comunicação Efetiva
Na saúde, tecnologia e técnica são indispensáveis, mas é o olhar humano que dá significado a tudo o que fazemos. Cuidar de pessoas exige compreender que cada paciente traz consigo uma história, uma vulnerabilidade e uma expectativa que vão muito além do diagnóstico. O cuidado humanizado não é apenas um gesto de gentileza, é um compromisso ético. Ele nasce da escuta atenta, do toque respeitoso, da paciência em explicar e do desejo genuíno de aliviar não só a dor física, mas ta

Cátia Albuquerque
24 de out. de 20252 min de leitura
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